No Program Mais IDH, Simone Limeira é responsável pelas questões indígenas em todo o estado

Por volta das 11h, um helicóptero do Grupo Tático Aéreo (GTA) da Polícia Militar (PM) do Maranhão pousou no pátio do Quartel de Grajaú, trazendo a assessora especial do governador do Maranhão, Flávio Dino, Simone Limeira, junto com ela, um representante da Fundação Nacional do Índio (Funai) e outro da Secretaria de Estado da Educação para negociar com os indígenas uma pauta de reivindicações ao governo e ao mesmo tempo a libertação de duas servidoras da educação que se encontram detidas pelos índios na Aldeia Apertado/Matusalém, terra indígena Bananal.

“Estamos aqui representando o governo do povo, e do desenvolvimento do Maranhão para resolver problemas deixados pelo governo passado; são reivindicações da população indígenas para melhorar suas condições de vida, entre elas, a abertura de uma escola na Aldeia Bananal”, informou Limeira.

Sobre as servidoras que estão detidas pelos indígenas desde a tarde de quarta-feira (27), Simone disse que houve um mal entendido e que tudo será solucionado. “As servidoras da Secretaria de Estado da Educação entraram na aldeia para desenvolver um trabalho solicitado pelos próprios indígenas; são cadastros dos alunos indígenas para fazer um levantamento minucioso sobre o transporte escolar neste ano de 2015”.

Os representantes do governo do estado estão reunidos no prédio da Escola Estadual Caic Amaral Raposo esperando as lideranças indígenas para negociação.

Um indígena relatou ao Jornal Grajaú de Fato que a confusão foi causada pela servidora estadual chamada Marinalda que provocou os indígenas, falando alto, e dizendo que não tinha medo de índio, de cacique e nem de morrer.

Segundo a fonte, o problema está longe de ser resolvido sendo que o índio chefe da região, Raimundo Carlos (filho do Madrugada) não se encontra em Grajaú.

Para ela, o governo Flávio Dino, deu um tiro no pé, enviando servidores despreparados para trabalhar com os indígenas.

Outra equipe que esteve realizando o mesmo trabalho na terra indígena Bacurizinho não teve problema algum com os povos indígenas daquela região.

Para libertar os funcionários do governo, os índios exigem a secretária de educação, Áurea Prazeres e outros assessores especiais da Secretaria de Estado da Educação.

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