Após 17 anos à frente da Diocese de Grajaú, Dom Franco Cuter lamenta que Igreja Católica não seja percebida pela população onde ela atua. Em sua homilia durante a festa do padroeiro da diocese, São José, na noite desta quinta-feira (19), o bispo disse que a Diocese de Grajaú foi criada e marca presença nesta realidade maranhense pela força do Espírito Santo, mas lamenta o desânimo e o cansaço das lideranças frente aos novos desafios da missão de Cristo nos dias atuais. “Será que nossa cidade sente a presença da Igreja? Precisamos despertar para a missão, cumprir com a verdadeira vocação desta Diocese que nasceu pela força e apelo do Espírito Santo”, convidou.

Dom Franco apresentou o exemplo de São José que assumiu com humildade e fé a missão de ser pai do Filho de Deus. “Devemos seguir o exemplo humilde de São José que acreditou no projeto de Deus e soube zelar com amor e dedicação nosso salvador. Para que nossa Igreja seja realmente missionária precisamos seguir o exemplo de tantos padres, religiosas, casais e leigos engajados que deram e deixaram sua contribuição com sua vida, testemunho e fé”.

Ao final da missa, o grupo da Pastoral Vocacional da Paróquia prestou uma homenagem a Dom Franco, pelos 17 anos a serviço da Igreja Particular de Grajaú. Um vídeo com fotos e cantos, que falou da vida e da dedicação do bispo na Diocese, emocionou os presentes.

Um momento de confraternização, agradecimento, e o tradicional parabéns tocado pela Banda de Música “Maestro Torquato Lima” encerrou a solenidade de comemoração do último ano de bispo de Dom Franco na Diocese.

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