Neste 19 de outubro há 13 anos partia para a eternidade, Danilo Silva Jorge, vítima de um acidente automobilístico numa dessas fatalidades inexplicáveis, que só os desígnios de Deus podem revelar. Grajauense de nascimento e um apaixonado por Barra do Corda, Danilo era um sujeito sui generis. Um gentleman. E, um dos meus melhores amigos. Se, vivo estivesse completaria no dia 28 próximo 53 anos.

De família tradicional dos Jorge da cidade de Grajaú, Danilo amava a vida distribuindo alegria para todos que lhe conheciam. Ainda jovem na cidade barra-cordense dos anos 70, aventurou-se a alçar voos mais altos indo residir no Rio de Janeiro. Por lá inicia a sua intensa carreira profissional principalmente na área financeira. Foi funcionário de Bancos e grandes lojas.

Ainda na capital fluminense, em seu modesto apartamento recebe alguns conterrâneos, como os jornalistas, Nonato Cruz e Antonio Carlos Lima, o Pipoca, dentre outros. Neste período conhece a cearense Cláudia, resultando em concubinato entre ambos. Desta relação nascem Rafisa, Raísa e Raíra. Atualmente, todas de maior de idade.

De volta ao maranhão nos final dos anos 80, muito ligado aos laços familiares, Danilo com um dos seus tios, se torna sócio numa loja comercial de madeiras e seus congêneres. Em meados dos anos 90, recebe convite do seu primo, Waldir Filho, então prefeito da cidade de Lago da Pedra, para a pasta da Secretaria de Obras e Transportes daquele município.

Por Francisco Brito

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