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Mais uma epidemia pode atingir Goiás. Conheça a febre Mayaro

Estado registrou 66 pessoas com a doença em 2016. Por ser semelhante a outras enfermidades, pastas acreditam que há mais casos do que os que já foram notificados

Em meio a uma epidemia de dengue em Goiás e da preocupação com o avanço dos casos de Zika em todo o País, mais uma doença pode entrar na pauta da saúde no Estado. 66 pessoas já foram identificadas com a febre Mayaro em dez cidades diferentes. Alguns dos casos, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), inclusive, foram de pessoas que contraíram a enfermidade em território goiano.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), 17 pessoas já foram diagnosticadas com a doença em Goiânia. O gerente de Doenças e Agravos Transmissíveis da SMS, Leandro Nascimento, ressalta que, no entanto, nenhuma delas é um caso autóctone, ou seja, de paciente que contraiu a Mayaro no município em que reside. Todos foram infectados pelo vírus fora da cidade.

Além dos casos notificados na capital, foram encontrados dois casos em Aparecida de Goiânia, sete em Bela Vista, três em Caldazinha, cinco em Hidrolândia, seis em Horizona, quatro em Piracanjuba, doze em Professor Jamil, onze em Rio Quente, e um em Senador Canedo. Até a divulgação dos últimos dados recebidos pela SES, Goiânia havia notificado 15 casos, mas o número já é maior. Os municípios em que mais foram encontrados casos autóctones foram, segundo a SES, os de Hidrolândia, Rio Quente, Pirancanjuba e Bela Vista.

Com sintomas parecidos com os da dengue e da chikungunya, a febre Mayaro é, segundo o Instituto Oswaldo Cruz, “caracterizada por febre branda ou moderada, de início abrupto e curta duração, acompanhada principalmente de calafrios e dores musculares, nas articulações e de cabeça”.

Na verdade, de acordo com Leandro, foi a partir de uma suspeita de chikungunya que o primeiro paciente com Mayaro em Goiânia foi identificado. “O primeiro caso notificado foi diagnosticado com chikungunya, mas o exame deu negativo. Então o laboratório resolveu fazer, por conta própria, o exame de Mayaro e deu positivo”, relatou. O laboratório em questão é o do Instituto Evandro Chagas (IEC), no Pará, que faz a análise dos casos.

Por causa dos sintomas parecidos, todas as suspeitas de chikungunya estão sendo encaminhados ao IEC. Em Goiânia, os pacientes com Mayaro estão sendo tratados no Hospital das Clínicas, onde há médico infectologista especificamente para cuidar destes casos.

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Redação Grajaú de Fato
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