O prefeito de Grajaú, Júnior de Sousa Otsuka, sob o decreto nº 015/2013
e a Secretaria de Defesa Social, decretaram situação de emergência no
município.  A Portaria nº 100, de 23 de agosto, com o reconhecimento foi publicada no Diário Oficial da União.
Além de Grajaú, dois outros municípios fizeram o decreto: Timon e Alto
Alegre em função da estiagem entre janeiro e junho. Agora, os municípios
aguardam a homologação do decreto pela Defesa Civil Nacional.
A seca, além de ser um problema climático, é uma situação que gera
dificuldades sociais para as pessoas que habitam a região. Com a falta
de água, torna-se difícil o desenvolvimento da agricultura e a criação
de animais. Desta forma, provoca a falta de recursos econômicos, gerando
fome e miséria aos agricultores. Muitas vezes, as pessoas precisam
andar durante horas, sob sol e calor forte, para pegar água, este
fenômeno está provocando desequilíbrios hidrológicos importantes. A
estiagem ocorre quando a evapotranspiração ultrapassou por um período de
tempo a precipitação de chuvas.
Segundo o chefe da Defesa Civil de
Grajaú, Wendel Bioca, o longo período de estiagem já acarretou diversos
prejuízos no município, de modo especial para os produtores rurais. “Os
produtores têm perdido suas plantações, há pessoas passando fome e sede
em Grajaú. Estes são motivos pelos quais a Defesa Civil decretou a
situação de emergência para minimizar os danos, de acordo com a
Codificação Brasileira de Desastres (Cobrade)”, afirmou.
Os três municípios que decretaram situação de emergência apresentam
baixo índice pluviométrico (pouca chuva); baixa umidade e clima
semiárido.