A defesa do prefeito da Barra do Corda, Manoel Mariano de Souza (PV), o ‘Nenzim’, coordenada pelo advogado José Eduardo Rangel Alckmin, entrou com um pedido de Habeas Corpus para seu cliente, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), na tarde desta sexta-feira, 4. O advogado diz não saber o paradeiro de Nenzim, nem mesmo tem falado com ele. Em entrevista à imprensa, Alckmin criticou a condução da Polícia Federal (PF) na resolução do caso e classificou de “descabida e “sem nexo” o pedido de prisão do seu cliente. “Não fosse esse mandado de prisão o prefeito já teria comparecido para depor”, disse ao Jornal O Imparcial de São Luis. Para Alckmin, a prisão temporária em caso de suspeita soa como “condenação antecipada”. Sem falar em data, o advogado disse esperar a apreciação do pedido de Habeas Corpus em curto prazo. “Esperamos que seja considerada ilegal esta prisão para então conduzirmos o trabalho de defesa”, disse o advogado. Alckmin disse ainda que o prefeito deseja se apresentar e esclarecer as acusações, contudo, não o fará antes do pronunciamento do STJ. Colaborou: O Imparcial